Ibitirama

Uma experiência turística inesquecível!

Ibitirama é conhecida por sua beleza natural deslumbrante, com menos de 10 mil habitantes, a cidade é encantadora e possui diversas atrações turísticas. A mais famosa é o Pico da Bandeira, o terceiro ponto mais alto do Brasil, com 2.892 metros atrai pessoas de vários lugares do mundo; as belas paisagens, uma fauna espetacular e vegetação nativa é o que aguarda o público no Parque Nacional do Caparaó, na Serra do Caparaó, divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, na altura de Ibitirama.

O parque, com uma área de aproximadamente 33 mil hectares, cujo nome de origem tupi-guarani significa “águas que rolam das pedras”, foi criado em 24 de maio de 1961, tendo seu decreto assinado pelo então presidente Jânio da Silva Quadros.

Aos pés de uma montanha, a diversão garantida é no Tecnotruta – Toca da Truta, um peixe das águas frias do Canadá que se adaptou às temperaturas das águas das montanhas capixabas. São 38 tanques para criação que abrigam 7 mil peixes. Após o pesque e pague, no restaurante todos podem provar os saborosos pratos feitos com a carne da truta. As crianças se divertem ao ver os saltos dos peixes quando se alimentam e ainda tem uma incrível cachoeira com águas completamente translúcidas. 

Uma das festas mais populares é a Festa do Café, que celebra a produção local e conta com shows, exposições e degustações de café. A cidade também tem a Festa de São Benedito, que reúne fiéis e turistas em uma celebração cheia de fé e devoção.

Ibitirama também oferece uma rica herança cultural. Os visitantes podem explorar o Centro Histórico, com suas construções antigas e charmosas, que contam a história do município. Várias são as igreja do município, entre elas a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha, construída no século XIX e a Igreja São Francisco de Assis. casarão histórico e o Museu Histórico preserva objetos e documentos relacionados à história local são pontos de interesse imperdíveis, onde é possível mergulhar na história e na arquitetura local.

Uma excelente opção é conhecer a cidade de bicicleta, para isso, basta alugar bicicleta e explorar a região, apreciando as belas paisagens, quem preferir pode pedalar nas trilhas específicas para mountain bike.

Os observadores de pássaros têm explorado bastante as trilhas e áreas de preservação ambiental da região devido à sua rica biodiversidade que abriga uma grande variedade de espécies de aves, incluindo tucanos, araras e beija-flores.

As cachoeiras também são destaque em Ibitirama, oferecendo cenários mágicos e refrescantes para os visitantes. A Cachoeira da Usina, a Cachoeira das Andorinhas e a Cachoeira do Patrimônio são apenas algumas das quedas d’água que encantam os olhos e proporcionam momentos de relaxamento e conexão com a natureza.

A Cachoeira Poço Limpo ou Água limpa é um refúgio natural cercado por verde, possui poço raso e sombra, dá até pra fazer piqueniques. Para entrar é preciso pagar uma taxa e usufruir da área de churrasco, possui comida caseira, camping e estacionamento.

A Cachoeira do Firmino, situada em Celina, oferece uma queda d’água envolvente, corredeiras, poços para banho e área de camping, mas o local não possui infraestrutura.

Cachoeira do Chiquito na verdade é uma correnteza e fica próxima ao centro da cidade, no verão os moradores costumam realizam comes e bebes à beira das prainhas que a cachoeira forma e ainda a Cachoeira Central Pedra Furada, Cachoeira do Escorrega, Cachoeira do Salto Cachoeira do Beija-flor, Cachoeira do Granito, Cachoeira do Moinho, Cachoeira Duas Ilhas, Cachoeira do Caldeirão, Cachoeira Juca Pires, Cachoeira Recanto da Paz, Cachoeira Tirada D’água e a Cachoeira Vale a Pena.

Uma das joias da região é a famosa Cachoeira de Pedra Roxa, que leva o nome do distrito. Com uma aparência que se assemelha a uma piscina natural, essa cachoeira é um espetáculo à parte.

A 22 km do Centro está o distrito de Pedra Roxa, um convite para explorar poços de águas e relaxar em mergulhos revigorantes, verdadeiros oásis para quem contato direto com a natureza. No caminho, ainda na estrada, várias pontes com quedas d’água de águas cristalinas. O final do percurso tem vários poços: Poço da Onça, Poço do Cristal, Poço de Águas Verdes, Poço do Regino, Poço da Prainha e o Poço dos Guardas.

 

E quem gosta de se aventurar, Ibitirama oferece diversas opções como rapel, escalada, tirolesa e rafting.

Casa dos Hippies, Mirante Vale a Pena, Pedra Duas Irmãs, Pedra Escorada, Portal da cidade, Represa, Rio de Pedras, Rio Pedra Roxa e a Toca do São Jorge são outros atrativos da cidade.

Venha descobrir as maravilhas dessa cidade encantadora, explorar suas trilhas desafiadoras, se refrescar nas suas cachoeiras magníficas. Ibitirama está pronta para te oferecer uma experiência turística inesquecível.

 

E assim, foi minha passagem pelo município de Ibitirama… Fica aqui a minha sugestão. Prontos para a próxima viagem? Continuem acompanhando a coluna e o programa DAQUIPRALI na Rede TV! E quero a participação de vocês através do Instagram @daquipraliviagem. Me conta se você conhece a região e o que você achou da cidade. Até a próxima!

 

FOTOS: DAQUIPRALI, GOVERNO DO ESTADO DO ES, TADEU BIANCONI, PREFEITURA DE IBITIRAMA e IMAGENS DA INTERNET 

Geylla Sall

ibitirama

"ibitiranense"

Corria o ano de 1820, quando o Capitão Manoel João Esteves, partiu de Mariana-MG com seu grupo e depois de muitos dias de caminhada encontrou o maciço do Caparaó penetrando nas matas do Espírito Santo. Prosseguiu viagem subindo o Rio Itapemirim distribuindo terras aos seus companheiros, onde foram sendo formados os diversos povoados, que mais tarde seriam os Distritos do Município de Alegre. Ficando o Capitão Manoel João Esteves com sítios nas cercanias do Caparaó, que no Tupi-Guarani significa águas que correm entre as pedras, no qual estabeleceu sua fazenda que denominou Santa Marta e onde permaneceu até sua morte em 1856.

 

Concomitantemente a este povoamento dava-se outro mais abaixo. Sua origem deu-se antes mesmo da doação da Fazenda Santa Bárbara, já que viviam nos arredores vários agricultores com suas famílias, muitos deles suíços, portugueses e italianos. Logo outras famílias instalaram-se também, pois a terra era boa, região de raras belezas e grandes recursos naturais, inclusive espécies fornecedoras de madeiras. Em pouco tempo foi se formando um povoado, o qual era conhecido como Arraial de Santa Bárbara.

Em 1899, o casal Silvério José Pereira e Cândida Maria Assis, doaram da Fazenda Santa Bárbara, o equivalente a cinco alqueires de terra para construção do patrimônio. Em função da devoção dos doadores à Santa Bárbara, chamaram-na Patrimônio de Santa Bárbara. Somente anos mais tarde e já então viúva, Dona Cândida Maria Assis, assinou o auto de escritura pública de doação, lavrado em 20 de maio de 1917.

Em 04 de janeiro de 1917, através da Lei nº. 1.092, aprovada pelo Congresso, se instalaram aqui famílias de imigrantes árabes, conhecidos como turcos. Na época a região do Caparaó era ainda densamente revestida de matas, além de outros tipos de formações naturais, onde dominavam grandes árvores, inclusive espécies fornecedoras de madeiras preciosas, próprias da Floresta Pluvial Atlântica. A cafeicultura começava a tomar corpo e, juntamente com a extração da madeira, formavam a base da economia regional (BRASIL, 2005).

Em 1965, com a política de erradicação dos cafeeiros e desativação do ramal ferroviário, que propiciava o escoamento dos produtos da região até o Porto da Barra do Itapemirim, o impulso da Indústria automobilística, a abertura de novas frentes de trabalho nas siderúrgicas nacionais, o Distrito de Santa Bárbara, foi vítima de êxodo rural e com isso uma parada brusca se deu em seu desenvolvimento.

Ainda como Distrito de Santa Bárbara do Caparaó, o atual Município de Ibitirama, plantado ao pé da Serra, localizado nas divisas dos Estados de Minas Gerais com o Espírito Santo, teve grande destaque no Movimento Revolucionário de 1964. Por ter fácil acesso, na época com estrada que adentrava o Vale do Ribeirão do Calçado, foi escolhido pelos guerrilheiros, como base de suas atividades de resistência ao regime militar que se instalava no país, numa tentativa frustrada pelo exército brasileiro, que ficou conhecido como Guerrilha do Caparaó.

Em 31 de dezembro de 1973, pelo Decreto-Lei Estadual nº. 15.177, o Distrito de Santa Bárbara do Caparaó passou a denominar-se Ibitirama, que em linguagem indígena quer dizer águas das regiões altas.

O fluxo migratório começa a ser contido em 1978, devido à reativação da produção cafeeira, da instalação de novas escolas de 1º e 2º graus, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (INCAPER), Igreja Católica, Agência da Fazenda Estadual, Banco do Estado do Espírito Santo S/A e unidades sanitárias.

Coroada de êxito, uma luta iniciada ainda na década de 1970, pelo Senhor Antonio Lemos Junior, levou o Distrito a conseguir sua emancipação política. A soma de esforços da comunidade, confiantes no potencial da região, aliado à determinação de então Deputado Estadual, o Senhor Paulo Lemos Barbosa, foram decisivos na luta da emancipação que ocorreu enfim, em 15 de setembro de 1988, com o Governador do Estado do Espírito Santo, o Senhor Max de Freitas Mauro, sancionando a Lei nº. 4.161 de emancipação de Ibitirama a município.

 

Fonte: Secretaria de Estado do Turismo – SETUR/ES 

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