Se você está em busca de um destino que une natureza exuberante, cultura rica e experiências, Iúna é o lugar perfeito para sua próxima viagem! Essa charmosa cidade é um verdadeiro convite para se desconectar e se aventurar.
Iúna é uma cidade encantadora, uma das cidades que compõe a Região do Caparaó. Dona de um rico patrimônio histórico, cultural, tradições, costumes e o jeito peculiar do seu povo, Iúna presenteia a todos com montanhas deslumbrantes, ecoturismo, turismo de aventura, agroturismo e cachoeiras de águas cristalinas entre elas:
A Cachoeira de Hidrolândia, na verdade é um complexo de cachoeiras do Rio Brás, próximo à localidade de São João do Príncipe, a 50km da sede do município. O local conta com infraestrutura com portaria, estacionamento, lanchonete, restaurante, área para camping, trilhas e bangalôs em meio a Mata Atlântica.
Cachoeira do Rogério, uma deslumbrante queda d’água que forma poços de águas cristalinas.
Cachoeira do segredo, cachoeira de águas cristalinas, localizada no Rio Claro. Possui camping, chalé, restaurante e música ao vivo. Possui hospedagem com café da manhã, wifi, chuveiro quente, área para churrasco e é pet friendly.
Tem também as cachoeiras: de Santa Clara, de São João do Príncipe, do Braz, do Chiador, do Rio Claro, dos Jesuítas e do Recanto do Príncipe.
Poço das Antas é um complexo de cachoeiras paradisíacas com água completamente translúcida. O acesso é por uma trilha de aproximadamente 4km no meio da natureza quase inviolada, com uma beleza de tirar o fôlego.
Poço do Egito, um verdadeiro paraíso de águas verdes em tom de esmeralda. Cachoeira em área preservada, ambiente familiar para você e sua família terem descanso, paz e contato com a natureza. No local é possível avistar esquilos e muitos pássaros.
Poço do quarentão é um poço com água cristalina localizado em uma propriedade particular, no Córrego do Brás, em São João do Príncipe. Possui esse nome pois tem 40 palmos de profundidade, aproximadamente 8 metros. No local, há uma trilha de 1 km que dá acesso a vários outros poços e cachoeiras menores, conhecida como a trilha dos 7 poços. O local oferece lanchonete e área de camping.
Iúna x Castelluccio Superiore
Iúna tem como cidade irmã a cidade de Castelluccio Superiore na Itália. Os governos realizam este acordo com o intuito de fomentar a amizade, a paz e a colaboração entre diferentes culturas. Além de prestar homenagem e respeito pela referência histórica em comum que possuem.
Desde 1872 a história de Iúna se entrelaça com a de Castelluccio Superiore, na Província de Potenza, sul da Itália, ano que chegaram à Iúna os irmãos Giuseppe e Raffaello D’Amico, resultando na vinda de 34 famílias italianas da província. A influência dos imigrantes italianos aparece na arquitetura local, com a construção da Igreja Matriz em 1879, as novas residências em estilo europeu e o Palacete Municipal, inaugurado em 1914 e também está nos traços físicos de seus descendentes e nos sobrenomes das famílias.
Em 2007, uma delegação oficial da cidade italiana visitou Iúna, quando foi assinado o documento de Gemellaggio (irmãs gêmeas) entre as duas cidades. Em 2008 foi a vez de uma delegação de iunenses visitar Castelluccio Superiore, quando foi inaugurada na cidade irmã uma praça intitulada “Piazza Iúna” – Praça Iúna.
Um importante patrimônio histórico e cultural, com arquitetura encantadora é a Igreja Matriz de Nossa Senhora Mãe dos Homens, uma deslumbrante e típica igreja do interior.
Historicamente igrejas são de grande importância para a cidade e também para entender a história e arquitetura do local. Em 1845 uma primitiva capela foi construída, sendo demolida em 1858 para a construção da Capela da Pureza, que permaneceu de pé até 1879, quando a nova e imponente Matriz foi construída pelos imigrantes italianos.
Em 1910 foi demolida e no local foi construída uma réplica da Matriz de Santa Margarida, cidade de Castelluccio Superiore, de onde provinha a maioria das famílias que imigraram para Iúna. Até hoje, os anjos nos altares das duas igrejas são idênticos. Em 1948 foi construída a torre.
No final da década de 1960, foi demolida a antiga igreja e, sob a liderança do padre Pedro Agostinho, iniciou-se a construção da atual matriz, que possuía somente uma torre. Com a reforma realizada nos anos 2008/2009, a matriz foi remodelada, passando a contar com duas torres em sua fachada.
Paróquia Pequiá foi fundada com o intuito de atender à comunidade local, promovendo atividades religiosas e sociais. É um importante centro de espiritualidade na região.
Em meio à natureza, o Santuário de Água santa, um monumento rochoso natural que abriga uma fonte de água cristalina considerada milagrosa e uma fenda entre pedras com poder de redimir os pecados, atrai visitantes a este santuário.
O primeiro milagre que se teve notícia foi de um jovem que lavou os olhos e foi curado de um mal que sofria, por esse motivo sua padroeira é Santa Luzia, a santa protetora dos olhos. Desde então a nascente denominada de Fonte de Santa Luzia, atrai fiéis de toda a região e de várias partes do Brasil para se beneficiarem de seus poderes curativos.
Também tem a Pedra do Pecado/Milagres, uma passagem estreita entre duas pedras que possui a lenda de perdoar os pecados de quem passa por ela 3 vezes, porém, se não houver fé, a pessoa fica agarrada e será liberada somente com a presença de um padre.
Construído há mais de 150 anos (1865), o Cemitério dos escravos, fica antiga Fazenda Saudade. Nele tem sepultado a maioria dos 60 escravos que vieram, trazidos pelo capitão João Ignácio de Almeida. O cemitério representa um dos maiores ícones da cultura iunense. Por tradição é celebrado todo dia 13 de maio a abolição da escravatura, este fato liga a atualidade com os aspectos da época, resgatando a memória dos antepassados para honrar suas histórias e valorizar nosso município.
A Casa da Cultura preserva a história do município através de fotos e objetos doados por voluntários, onde é possível aprender sobre a memória cultural, artística, política e histórica do município. O acervo da Casa da Cultura conta com televisões, rádios, celulares, telecines, interfone, carteira escolar, uniforme escolar, cristaleira, penteadeira, troféus, máquina de costura, ferro de passar à carvão, relógio de ponto, relógio de parede, cédulas de dinheiro e mais de 6.700 livros na sala da biblioteca.
Para os amantes do ecoturismo, a trilha do Pico Colossus é um convite à exploração. São 1.652 metros de altitude e faz parte da Serra do Valentim, uma cordilheira de montanhas que faz divisa entre Iúna, Muniz Freire e Ibatiba. Sua trilha com mirantes naturais proporciona contato direto com a natureza. Quem chega no cume vislumbra todo o esplendor da Serra do Caparaó, com destaque para o Pico da Bandeira, o Frade e a Freira, Pedra Azul e Forno Grande. Desfrute desta bela caminhada que revela o melhor da natureza!
Mas porque o nome Colossus?
Na versão 1, dizem que na década de 1980 um grupo de jovens evangélicos em uma ida ao Colossus em retiro espiritual, fizeram meditação a partir de versículos do livro de Colossenses. Inclusive intitularam de Pedra da Oração o local que paravam para fazerem sua oração. A segunda versão é que a montanha lembra o rosto do personagem Colossus que faz parte do universo dos X-Men. Em se tratando de aventura, além de trilha, a prática de rapel, trekking, parapente, downhill e offroad é comum no local.
Com mais de 200 anos, a Rota Imperial São Pedro D’Alcântara insere o Espírito Santo no âmbito da Estrada Real, cujos caminhos foram abertos pela Coroa Portuguesa em meados do século XVII, oficializando o trajeto do ouro de Minas Gerais ao Rio de Janeiro, onde o metal precioso encontraria a saída para o mar sem pagar impostos.
No entanto, a Rota Imperial só foi inaugurada em agosto de 1816. Atravessando montanhas, rios e florestas nativas, a nova Rota permitiu que imigrantes vindos tanto de Minas Gerais, quanto de Vitória ocupassem o Sul do estado em busca de terras férteis para sobreviverem. Das vilas ao longo do trajeto deram origem às cidades atualmente conhecidas, a exemplo do município de Iúna.
Almocei no Restaurante e Pousada Recanto Zóios D’água, um lugar muito gostoso pra curtir, almoçar e hospedar…
Se você busca um destino que oferece tranquilidade, beleza natural, aventura e cultura, Iúna é o lugar ideal para recarregar as energias e se conectar com a natureza. Venha descobrir esse tesouro escondido e deixe-se encantar por tudo o que essa cidade tem a oferecer! Venha Viver Iúna!
E assim, foi minha passagem pelo município de Iúna… Fica aqui a minha sugestão. Prontos para a próxima viagem? Continuem acompanhando a coluna e o programa DAQUIPRALI na Rede TV! E quero a participação de vocês através do Instagram @daquipraliviagem. Me conta se você conhece a região e o que você achou da cidade. Até a próxima!
FOTOS: DAQUIPRALI, GOVERNO DO ESTADO DO ES, PREFEITURA DE IÚNA e IMAGENS DA INTERNET
Pertencente ao município de Vitória e habitado inicialmente pelos índios puris e botocudos, o território de Iúna (antiga Villa do Rio Pardo) foi desbravado a partir de 1814 quando houve a abertura da Estrada Real São Pedro de Alcântara. O início do povoamento é marcado pela inauguração do Quartel do Rio Pardo no dia 24 de outubro de 1815. Os quartéis foram estabelecidos para manutenção da estrada real e segurança aos seus transeuntes.
Conhecido como Sertão do Leste, o extenso território banhado pelo Rio Pardo e seus afluentes foi lentamente colonizado por fazendeiros que deixavam a Província de Minas Gerais e se aventuravam pela Estrada Real São Pedro de Alcântara. No dia 2 de outubro de 1855 o alferes José Joaquim Ferreira Valle e sua esposa fizeram a doação do terreno para o início do povoado, visando à construção da nova capela e do novo cemitério. Em 1858 Frei Bento di Gênova liderou a construção da Capela de Nossa Senhora da Pureza, que foi elevada à categoria de Matriz em 1859.
A imigração italiana teve início em 1872 quando dois irmãos, Giuseppe e Raffaello D’Amico, deixaram a pequena cidade de Castelluccio Superiore, região da Potenza, e se transferiram para Rio Pardo. Iniciaram com fazendas de gado, mas percebendo a rentabilidade do café, foram os responsáveis pela introdução da cultura cafeeira na região.
O período de 1875 a 1879 marca um forte fluxo migratório, quando dezenas de famílias deixaram Castelluccio Superiore e Castelluccio Inferiore e imigraram para Rio Pardo. No dia 24 de outubro de 1890, os moradores de Rio Pardo decidiram pedir à Assembleia Constituinte a criação do município, visando ao crescimento socioeconômico da extensa região, criando o município da Villa do Rio Pardo.
Fonte: Secretaria de Estado do Turismo – SETUR/ES
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